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| 1912 |
No dia 25 de abril nascia a mãe de ELVIS, Gladys Love Smith
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| 1916 |
No dia 10 de abril nascia o pai de ELVIS, Vernon Elvis Presley
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| 1933 |
Em junho Vernon e Gladys se casavam.
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1935 |
Gladys dava a luz gêmeos, eram eles: Jesse e ELVIS, porém Jesse nasceu morto. ELVIS seria o único filho do casal até a morte de Gladys. A família Presley pertencia a Primeira Assembléia de Deus, foi ali o primeiro contato de ELVIS com a música Gospel. |
| 1945 |
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1953 |
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1954
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1955
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1956
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1957
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1958
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1959
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1960
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1961
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1962
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1963
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1964
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1965
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1966 |
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1967
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1968
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Nem o mais
fanático fã de Elvis iria negar que os Beatles realmente dominaram
os anos 60. Chegavam a ter 5 sucessos nas paradas de sucesso e
praticamente o mundo só se falava neles. Lotavam grandes estádios
e realizaram uma turnê pelo mundo que incluía até Japão e Itália.
Elvis estava afastado dos primeiros postos da parada. Não fazia
mais shows na década de 60, excluindo é claro o de 1961 e 1968/69.
Nunca realizou uma turnê mundial e estava afastado da juventude
que o consagrou. É até
deve ter sido difícil ver seu reinado ameaçado
com tamanha voracidade do quarteto de Liverpool. Se não bastasse
os novos grupos, os novos ídolos, Elvis estava recebendo papeis
que eram abaixo de seu talento e isso é algo hoje inquestionável.
A “fórmula Elvis” de se fazer filme era rentável no inicio.
Bastava colocar algumas canções, garotas e algumas brigas, que
estava feito o roteiro. Porém a mesma “piada” foi perdendo a graça
conforme foram passando os anos. Elvis sabia que seu público
merecia mais e disse isso várias vezes ao Coronel Parker. O
velho empresário possuía uma lábia de se tirar o chapéu e acabava
sempre convencendo Elvis de que era o melhor negócio. Só que o
próprio Coronel percebeu que seu esquema de filmes já não agradava
no final da década de 60. Spinout (1967), Double Trouble (1967)
e Clambake (1968) haviam sido muito aquém do sucesso de GI
Blues (1960) ou Blue Hawaii (1961). A ausência de Elvis
nas paradas de sucesso preocupava e era nítido que o sucesso
estava se apagando. Foi ai que o Coronel Parker resolveu se mexer
e arrumar um especial de TV. A idéia inicial seria um programa de
canções natalinas que seria transmitido em dezembro de
1968.
A idéia que partiu do próprio Coronel não iria ajudar a carreira de Elvis e sim afunda-la de vez. Quem percebeu isso
logo de cara foi o Diretor do Especial chamado Steve Binder,
um cara bem jovem e que conhecia muito bem a carreira de Elvis.
Além de conhecer a carreira de Elvis, Steve era um apreciador do
Rei do Rock e sabia exatamente o que os fãs desejavam naquela
época. Ao escutar a proposta do Coronel, Steve não pensou duas
vezes, chamou Elvis para uma conversa séria. Steve quis mostrar a
Elvis que o Especial poderia ser sua última chance de voltar a
tona e confirmar de vez sua coroa de Rei do Rock. Mostrou que sua
carreira estava em declínio e que sua popularidade estava
realmente acabando. Elvis a principio não acreditou em sua
palavras alegando que mal podia sair de casa por causa de sua
fama. Steve então propôs um desafio, os dois deveriam descer até
uma avenida bem movimentada e caminhar. Steve garantiu que ninguém
iria incomoda-lo pelo fato de ser Elvis Presley e talvez
muitos não reconheceriam. Elvis topou e desceu com Steve para o
desafio. O Coronel quando ficou sabendo disso ficou extremamente
furioso. Mas Elvis precisava saber a realidade e foi isso o que
aconteceu. Imagine Elvis caminhando pelas ruas em 1968 observando
a nova geração de jovens usando roupas psicodélicas. O movimento
Hippie estava a todo vapor neste período. Elvis
ficou desconcertado. As pessoas
passavam por ele e nada. Ninguém percebia que um dos maiores
ícones da música mundial estava na sua frente. Aquilo mostrou a
Elvis que deveria fazer alguma coisa para dar a volta por cima.
Aquilo foi o resultado de anos de filmes que não condiziam com seu
talento, de trilhas sonoras que passaram despercebidas do público.
Depois desse episódio Elvis concordou com Steve e entrou de cabeça
no especial de TV. A idéia de se fazer um programa natalino foi
abandonada o que deixou o Coronel irritadíssimo. Por causa disso
quase a parceria de Elvis e o Coronel acabou, pois pela primeira
vez Elvis batia de frente com as opiniões de seu empresário. Steve
teve a brilhante idéia de colocar Elvis num “acústico” com
sua primeira banda. Elvis seria o pioneiro nesse formato de show
tão conhecido hoje em dia. O diretor percebia que Elvis ficava
bastante a vontade quando estava com seus amigos. Foi um momento
mágico para os fãs e para Elvis. Pois há muito tempo que ele não
fazia isso. Foi a última vez que ele cantou com Scotty Moore e
JD Fontana. Bill seu primeiro baixista havia falecido
em 1965 e não pode participar. O especial seria dividido em vários
temas: Elvis cantando sozinho com orquestra e banda; cantando com
sua banda original; cenas de estúdio e apresentação de dança! Mas
com certeza a melhor parte é aquela que Elvis enfrenta uma
platéia! A última vez que havia feito isso foi em 1961 num show no
Hawaii. O mundo havia mudado musicalmente principalmente com o
surgimento dos Beatles em 1962 e das novas bandas que
seguiram o encalço do quarteto de Liverpool. Fora contar o
movimento “Flower Power” que estava em voga em 1968. Novos
ídolos haviam surgido como Janis Joplin, Jimi Hendrix, The
Doors, The Birds e Rolling Stones. Então o impensável
aconteceu, Elvis estava com medo, chegando ao ponto de perguntar
aos amigos se iriam gostar durante sua apresentação. Estava muito
inseguro, afinal o público não era o mesmo de 12 anos antes.
Estava com 33 anos de idade e era só visto em cinemas e em suas
trilhas sonoras. Quando Elvis adentra o palco é visível como
estava nervoso. Sua mão trêmula pega o microfone e começa os
primeiros acordes de “Heartbreak Hotel”. Como se trata de
um medley coloca “Hound Dog”, em seguida emenda com “All
Shook up”. Ao finalizar o medley o público o aplaude com muita
alegria. Elvis agradece e diz: “...já faz tempo, muito tempo”.
Com a platéia em sua mão, Elvis canta “Can’t help falling
in love” numa de suas melhores interpretações. Elvis se
entrega de corpo e alma na canção transformando aquele momento num
dos mais lindos de sua carreira.
Os clássicos dos anos
50 são os mais lembrados no especial. “Jailhouse Rock” é
executado com muita energia levantando a platéia. Em seguida
“Dont be Cruel” para selar de vez a coroa de Rei do Rock.
Outro momento interessante é a execução de “Love me Tender”
em que Elvis troca algumas palavras da canção gerando risos na
platéia. Elvis tinha tanto controle sobre a platéia que até
errando alegrava seus fãs.
A
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1969
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Se coloque no lugar de Elvis e tente imaginar o tamanho de sua felicidade em 1969. Seu especial de regresso em 1968 pela TV lhe deu gás para retornar seus shows ao vivo, algo que não fazia há 8 anos. Com o hit “Suspicious Minds” retornava ao posto número 1 das paradas de sucesso! Seus discos recebiam ótimas críticas depois de um período turbulento de trilhas sonoras. Fisicamente Elvis estava mais magro, bronzeado de suas férias no Hawaii que tanto amava. É desse ano magnífico que iremos abordar nesse capítulo, seu retorno ao esplendor! Depois de toda a tensão que envolveu o especial da NBC, Elvis resolveu mudar a trajetória de sua carreira. Primeiramente resolveu mudar de estúdio indo parar no American Recording de Memphis. Para muitos foi um retorno às origens, já que o American se tratava de um estúdio simples sem os recursos dos grandes estúdios! Mas foi justamente neste que Elvis gravaria dois de seus melhores álbuns, From Elvis in Memphis e Back in Memphis. O Rei estava com 34 anos, mas estava entusiasmado como no início da carreira! Elvis estava preocupado com a qualidade das músicas e não atender uma encomenda de mais uma trilha sonora.Há muitos anos o Rei não gravava algo sem o objetivo de rechear um longa metragem. Antenado com o que estava acontecendo na época, grava músicas como “Hey Jude” dos Beatles e “True Love Travels on a Gravel Road” de Duane Dee, sucesso na época. “Hey Jude” só seria lançada em disco no álbum “Now” de 1972, mas não se sabe o por que do arquivamento. As músicas de protesto foram uma contribuição dos Beatles no cenário musical da época. As rádios davam destaques para este tipo de música já que os jovens se identificavam com a proposta. Elvis também entrou na onda e se deu bem com a canção “In The Ghetto” uma maravilhosa canção que mostrava as injustiças sociais. No dia 13 de janeiro de 69 gravaria “Long Black Limousine” e “This is the Story”, duas excelentes canções que não se tornaram Hits, mas tinham muita qualidade. Foi no American que Elvis iria gravar um de seus maiores sucessos... “Suspicious Minds”! Apesar do Rei não ter gostado do tratamento que o estúdio fez com a canção, não impediu dela se transformar em número 1 das paradas de sucesso. Suspicious Minds também marcaria pela sua performance ao vivo, pois Elvis podia usar de suas técnicas de Karatê em sua coreografia. Naquele mesmo ano os Beatles gravariam seu melhor álbum “Abbey Road” o que se tornaria também o último de estúdio do famoso grupo. Se por um lado os Beatles estavam acabando, Elvis estava renascendo! Outro fato importante foi a ida do homem à lua, um marco para a humanidade! A única coisa que não andava no mesmo nível ainda era seus filmes. Como estava atrelado a cumprir seu contrato, teve que lançar 3 filmes durante 1969, eram eles: “Charro”, “The Trouble With Girls” e “Change of Habit”. Se nos filmes Elvis não teve grande êxito durante aquele ano, não se pode dizer o mesmo o que aconteceu em Las Vegas. Sua volta aos palcos não poderia ter sido melhor, uma das melhores fases do Rei com certeza em todos os sentidos. Veja porque: O Rei tinha tudo para arrebentar nos palcos novamente. Até a exigente revista Rolling Stone escreveu uma ótima crítica de seu álbum “From Elvis in Memphis” “...From Elvis in Memphis é mais que um LP... é a prova de quem começou tudo isso está melhor do que nunca. Um verdadeiro astro do Rock’n’Roll. Elvis domina um repertório que derrubaria dúzias de Mike Jaggers sem esforço algum, ele vai da fúria à ternura, da ironia à paixão, tudo em menos de um segundo. Ele só precisava de um disco para provar que ainda é o melhor de todos e este disco chama-se From Elvis in Memphis”. E realmente o crítico estava correto, aquele era um grande trabalho, bem diferente de muitas trilhas de filmes que apenas os fãs adoravam. Nós fãs adoramos quase tudo que nosso ídolo fez, porém, temos que ter o olhar daquele que também não é fã! Com o sucesso de “Suspicious Minds” Elvis retorna ao trono das paradas, agora faltava tomar de assalto Las Vegas. A data escolhida foi 26 de julho de 1969, cada ingresso a 17,50 dólares. Qualquer fã hoje pagaria 1000 vezes mais para acompanhar um dos momentos mais importantes de sua carreira. Poucos são os astros que ressurgem com tanto sucesso depois de afastados do palco. Elvis estava bronzeado, mais magro e com uma vitalidade nunca vista antes. Na platéia estavam várias celebridades que não queriam perder a oportunidade. Ann Margret, Shirley Bassey, Pat Boone e George Hamilton estavam lá e ficaram maravilhados. Vestido com um jumpsuit negro, com lenço e cinto vermelhos Elvis adentrou o palco do International Hotel para dar início a uma nova fase em sua carreira. Não havia a introdução de “2001 uma odisséia no espaço” e sim acordes para o início de “Blue Suede Shoes”, mesmo assim foi eletrizante. Para acompanhá-lo foi chamado os grupos vocais Sweet Inspirations e The Imperials, apenas as Sweet Inspirations ficaram até seu último show em 1977. Para este repertório de estréia em Vegas, Elvis preferiu as canções do início de sua carreira com poucas exceções. Dos clássicos cantou “Hound Dog”, “I Got a Woman”, “Jailhouse Rock”, “Don’t be Cruel”, ‘Heartbreak Hotel”, “All Shook Up” e “Love me Tender”. O que deve ter pego muita gente de surpresa foi Elvis interpretar “Yesterday/Hey Jude” de seus “concorrentes” musicais. Para incendiar de vez o palco do international, cantou “Johnny B Goode”, “Mistery Train/Tiger Man” e “What’d I Say” de Ray Charles. Com um repertório assim não havia quem pudesse criticar o show de Elvis. Para finalizar encerrou o show com aquela que seria sua “saideira” “Can’t Help Falling in Love”. O público em delírio gritava “Elvis” e “Bravo”, era a consagração e a volta definitiva de Elvis aos palcos, algo que só parou em 26 de junho de 1977 na cidade de Indianápolis. Após o show, o velho Coronel Parker organizou uma coletiva no qual Elvis pode colocar sua opinião sobre temas importantes de sua carreira. A primeira pergunta foi direta: - Por quê esperou tanto tempo para se apresentar novamente ao vivo? Elvis mostrou seu descontentamento de sua fase cinematográfica respondendo: - É que tínhamos de terminar nossos compromissos cinematográficos. Perdi o contato com platéias e era chato cantar o dia inteiro para uma câmera de cinema. Depois foi perguntado se faria mais shows. – Quero que isso aconteça, claro. Gostaria de apresentar-me pelo mundo e a Inglaterra está incluída. Escolheram Las Vegas porque é para onde convergem pessoas de todos os cantos. O desejo de Elvis viajar o mundo numa tour jamais aconteceu e com isso o sonho de shows na Inglaterra também. O Rei sabia que na terra dos Beatles o trono era dele também, tamanho o número de fãs. Um repórter questiona sobre seus filmes: - Está cansado dos seus papéis nos filmes? – O Rei responde: - Sim. Quero mudar o tipo que venho representando. Não somente Elvis estava cansado desses papéis como também o público. Seu talento poderia ter sido melhor explorado com papéis mais sérios, assim como o enredo dos longa metragens. Sobre as trilhas sonoras um repórter perguntou: - Você achou um erro ter gravado tantos LPs de trilhas? Sem enrolar Elvis reponde: - Creio que si. Quando se canta dez músicas num filme não podem ser todas boas. Enfim, estou cheio de cantar em vão. Os erros na carreira de Elvis serviu para que outros astros não o cometessem, até nisso Elvis foi “pioneiro”. Os resultados desse show tiveram forte repercussão na mídia e com os fãs. Imagem a felicidade dos fãs espalhados por todo o mundo com a perspectiva de enfim assistí-lo ao vivo! Aqui no Brasil muitos fãs deste período torciam para que Elvis voltasse a gravar seus rocks e se apresentar ao vivo. O álbum “From Elvis in Memphis” ao contrário do “NBC Especial” foi lançado no Brasil, assim como o “Back in Memphis” que vinha junto com o álbum “In Person”. Todos comemoraram, a Elvis Monthly escreveu: “Em 20 de julho de 1969, o Homem desceu na lua, a águia pousou e Neil Armstrong deu um pequeno passo para o homem, um gigantesco passo para a humanidade. Em 26 de julho de 1969, Elvis Presley pisou no palco do International – o Rei retornou. Pode ter sido um pequeno passo para Elvis, mas um gigantesco passo para seus fãs!” E realmente foi, pois se os fãs quisessem assistí-lo teriam que ir até os Estados Unidos, mas por outro lado Elvis jogou “combustível” nos fãs clubes que se encarregavam de fazer a mobilização dos fãs sobre o retorno! Tive a oportunidade de conhecer Nicolau Samarra da cidade de Aparecida, SP. Nicolau era adolescente quando viajando com seu pai em Vegas teve a oportunidade de assistir Elvis. Até então Nicolau não era tão fã de Elvis, mas a partir deste show se transformou no maior fã de sua cidade. Sua paixão foi tão grande que fez uma loja de artigos religiosos e colocou o nome de “Elvis Presley”. Já se passaram 38 anos desde aquele 26 de julho de 1969. Uma data que marca o ressurgimento daquele que foi o único e verdadeiro Rei do Rock de todos os tempos!
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1970
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1971
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1972
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1973
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Ao chegar no Hawaii Elvis é recepcionado por milhares de fãs que tem a oportunidade de cumprimenta-lo pessoalmente! Qual astro hoje em dia faria isso? Com Elvis a proximidade com os fãs devia ser a mais direta possível, era a sua forma de agradecer tanto carinho por parte deles. Elvis sabia que muitos respiravam o “Rei” 24 horas por dia, tamanha devoção não poderia ser ignorada. Por isso seus fãs estiveram ao seu lado mesmo nos momentos difíceis de sua carreira. O projeto Aloha From Hawaii seria mais uma maneira de chegar aos fãs de todas as partes do mundo! Elvis sabia que muitos não tinham condições financeiras de visitar os Estados Unidos e assisti-lo em Las Vegas, o projeto Aloha mostraria a nova fase de sua carreira e levaria o nome de seu país ainda mais alto. A primeira transmissão de um show via satélite aconteceu no dia 14 de janeiro de 1973. Mas antes por precaução foi gravado um show extra, caso o show via satélite fracassasse. Na década de 80 este show foi lançado com o título de “Alternate Aloha” onde Elvis está mais a vontade do que o transmitido via satélite. Para alguns este foi o último grande triunfo do Rei e que após o Aloha os desafios acabaram, fator que pode ter levado Elvis ao tédio. Para os que estavam ao lado dele, presenciaram sua preocupação em estar em forma e de fazer um ótimo show. Chegou emagrecer especialmente por causa da show, pois sabia que sua imagem seria vinculada em todo o mundo. E realmente a “imagem” que ficou imortalizada dele acabou vindo deste show. O primeiro show Elvis esta com seu cabelo mais solto que fica bem bagunçado em alguns momentos, mas nada que comprometesse o espetáculo. No segundo show que seria transmitido via satélite é nítida a preocupação com seu cabelo, isso devido o excesso de laquê. Seu cabelo esta minuciosamente penteado e bem fixo, outra diferença são seus movimentos bem contidos que não lembram os realizados em “Elvis on Tour”. Alguns dizem que foi a pedido do Coronel para que não exagerasse no palco. Outros levantaram a hipótese que o mesmo estava um pouco tenso, mesmo sendo Elvis Presley. Na realidade o próprio Elvis no primeiro show faz comentários engraçados demons- trando sua preocupação no êxito do segundo show. A produção resolveu gravar também algumas tomadas de estúdio com as músicas “NO MORE”, “KU-U-I-PO”, “BLUE HAWAII”, “HAWAIIAN WEDDING SONG” e “EARLY MORNING RAIN” |
1974
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1975
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1976
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1977
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Elvis lança seu último disco "Moody Blue" A
MORTE O
ano de 1977 ficaria marcado no imaginário de milhões de pessoas
no mundo, pois fatos de grande importância aconteceram naquele
ano. No mundo do cinema George Lucas lançava um dos maiores fenômenos
de bilheteria, a trilogia Star Wars. Nunca o mundo havia visto um
filme com tantos efeitos especiais e com tamanha inovação. No
mesmo ano o mundo do cinema se despedia de Chaplin, um gênio do
cinema mudo. No campo musical surgia na Inglaterra um grupo que
iria mudar os rumos da música jovem, os "Sex Pistols",
odiados por milhões e amados por outros os Sex Pistols trouxeram
a rebeldia novamente só que desta vez muito mais agressiva! Mas o
fato de maior impacto no mundo foi sem dúvida a morte de Elvis! O
impacto não foi somente por parte dos fãs, o mundo inteiro
chorou por Elvis! Todos os meios de comunicação se voltaram para
este fato e nenhum assunto foi tão explorado como este! A
"Dr.
Hoffman, sua filha está estudando e morando na
Califórnia. A minha pequena Lisa também. Quando eu terminar
esta tour que começa amanhã, nós viajaremos juntos para
Califórnia e as levaremos para almoçar."
Depois disso retorna a Graceland. Neste momento Elvis é flagrado por um fã que registra sua última imagem! Ao adentrar em Graceland parece estar um pouco nervoso, resolve jogar ping pong com Billy Smith. Das 6h30 até 9h00 fica acordado sem sono, então toma uma dose de remédios e tentar ler. Ele fica com Ginger Alden até as 9h00. Pega o livro "The Face of Jesus" e vai para o banheiro. Ginger fala para Elvis não dormir lá. Ginger só acorda às 14h00 e não encontra Elvis ao seu lado, vai até o banheiro e começa a bater na porta. Ela consegue observa-lo e vê que está curvado no chão. Chama Joe Esposito e All Strada que solicitam uma ambulância. Elvis é levado ao Hospital Baptista de Memphis onde é tentada a reanimação, mas sem sucesso. Ele é declarado morto às 15:30 de 16 de agosto! Em questão de minutos o mundo já sabia da notícia, foi uma tragédia para milhões de fãs em todo o mundo. O corpo de Elvis retorna a Graceland no dia 17 para no dia seguinte ser sepultado no cemitério de Forest Hill. Com a tentativa de seqüestro do corpo acharam melhor leva-lo para Graceland onde está até hoje.
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